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O São Paulo está bem próximo de oficializar a chegada do lateral direito Piris, do Cerro Porteño e da seleção paraguaia. O clube só aguarda que os trâmites burocráticos envolvendo a transferência de dinheiro sejam concluídos para poder anunciar o jogador. Como o clube não conseguiu concluir a negociação de Coates, e se arrasta para trazer Cañete depois de muito impasse, o assunto ainda é tratado com muita cautela.

O que chama atenção é o valor do jogador: um grupo britânico de investidores vai pagar quatro milhões de euros para adquirir os direitos do atleta. Piris tem 22 anos, é reserva da seleção paraguaia, e disputou a última Libertadores pelo Cerro Porteño.

Treinador – São Paulo e Adilson Batista entraram rapidamente em um acordo. O tricolor apresentou a proposta pelo treinador na última sexta-feira, e no dia seguinte fez o anúncio. Tudo isso depois de constatar o grau da dificuldade que seria trazer Paulo Autuori, com contrato vigente no Al Rayyan e uma multa de dois milhões de dólares que o protege.

Dorival Junior sempre esteve atrás dos dois na lista de preferências, e não somente pela multa de dois milhões de reais. Nos confrontos do Santos contra o São Paulo, quando Dorival ainda trabalhava na baixada, o treinador deixou péssima impressão para a diretoria e comissão técnica tricolor. Na percepção de alguns são paulinos, se mostrou um treinador de pouco equilíbrio emocional, que não sabia lidar com situações de pressão. Em determinado momento, chegou a chamar quatro alterações para o time. A perda do título mineiro, e o escorregão na final contra o Santo André (em que o Santos passou sufoco para levantar o título Paulista) também são lembrados e criticados.

Na última semana, o São Paulo entrou em contato com Luxemburgo para checar a situação do volante Willians. A negociação não irá ocorrer, não passou de sondagem. No entanto, um representante do clube ouviu de Luxemburgo que Willians não teria disponibilidade, mas que ele próprio, Luxemburgo, poderia ir para o São Paulo quando a diretoria desejasse.

Cuca também esteve na relação de técnicos que se ofereceu ao tricolor, mas foi vetado em diversas frentes. Rogério Ceni pouco teve a ver com a corrente contrária, mas membros da comissão técnica lembraram alguns casos do ex-treinador do São Paulo. Entre eles, quando Cuca discutiu com o médico do clube Dr José Sanches após o médico vetar o retorno de Cicinho para o campo em determinada partida.

* Depois de um mar de tweets em menos de dez minutos falando de Luxemburgo, vamos esclarecer? Disse que ele se ofereceu. Foi uma conversa bem informal. Ele já demonstrou vontade de treinar o São Paulo outras vezes, especialmente por ser um dos poucos clubes grandes pelo qual ele não passou. Importante diferenciar bastidores de negociação.

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Mais uma vez, o São Paulo tenta repatriar o zagueiro Breno, uma das grandes revelações de Cotia. Só que o tricolor tem um forte concorrente nesta briga: o Internacional também conversa com o clube alemão para tentar contratá-lo.

Os dois ofereceram a mesma quantia para tê-lo: dois milhões de euros. No entanto, o São Paulo teoricamente está na frente, já que aceitaria adquirir somente 50% dos direitos do atleta, enquanto o Inter quer 100% do zagueiro pela mesma quantia. A expectativa é de que a negociação tome um rumo final nesta sexta-feira. Caso o tricolor não consiga repatriá-lo, o clube volta as atenções mais uma vez a Coates, uma transação que vem se arrastando desde o final do ano passado.

Novo técnico – Muito tem se falado de Dunga no São Paulo, e é importante esclarecer algumas questões. O nome tem forte rejeição no departamento de futebol, especialmente do vice de futebol João Paulo de Jesus Lopes e do diretor de futebol Adalberto Batista. Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, não ocupa mais nenhum cargo no futebol, mas como 1º vice do clube continua sendo ouvido em questões importantes como esta, e também não concorda com a contratação do ex-técnico da Seleção. Quem defende Dunga é Roberto Natel, conselheiro muito próximo de Juvenal Juvêncio, e por isso o treinador ganhou uma certa simpatia do presidente do São Paulo. No entanto, se ele quiser seguir adiante com a possibilidade, será bastante contestado por seus pares.

A contratação de Marcelo Oliveira, técnico do Coritiba, foi sugerida a Juvenal, mas é quase consensual que esta seria uma aposta arrisacada no momento, e que o clube precisa de um nome de peso.

* Obrigada a todos pelos muitos RT´s que eu recebi com a informação da transferência do Henrique do Cruzeiro para o Santos. Sempre que possível, tentarei postar as informações que eu recebo aqui no blog. Na correria, acabo usando o twitter de vez em quando! É só seguir: @ngedra. Valeu!!!

Apesar do discurso oficial de que os contatos iniciais serão feitos somente depois de uma reunião na segunda-feira, o São Paulo já começou a se mexer para contratar um novo técnico. O nome do primeiro contactado não surpreende: Paulo Autuori.

Com contrato no Al Rayyan até o meio de 2012, Autuori disse que tentaria se livrar do seu compromisso e de uma alta multa rescisória – o tricolor já garantiu que não cobre multa de técnico nenhum.

Esta não é a primeira vez que o São Paulo tenta repatriá-lo. Em ocasiões anteriores, os valores vultuosos envolvendo o seu contrato foram empecilho. Além disso, Autuori é muito querido no clube árabe, o que sempre dificultou uma saída antes do término do seu compromisso. Mais uma vez, a diretoria considera a negociação complicada.

Por isso mesmo, o clube do Morumbi não fechou os olhos para o restante do mercado. Dorival Junior segue como nome mais forte, apesar de opiniões contrárias dando conta de que ele não seria um técnico de pulso firme. A corrente favorável a um treinador estrangeiro cresce e conta com gente de peso. Carlos Bianchi, que chegou a ser contactado pelo São Paulo após a queda da Copa do Brasil, segue como sonho de consumo. Diego Aguirre, do Peñarol, foi nome em pauta numa reunião entre Juan Figger e Juvenal Juvêncio na última quinta-feira.

Sim, Carlos Bianchi foi sondado para ser o novo técnico do São Paulo. A iniciativa foi comandada pelo então diretor de futebol João Paulo de Jesus Lopes, incumbido de fazer os primeiros contatos.
A iniciativa foi tomada no final de semana seguinte a eliminação da Copa do Brasil diante do Avaí, em que Juvenal Juvêncio tentava achar um técnico para substituir Paulo Cesar Carpegiani. As conversas, no entanto, não evoluíram naquele momento. Bianchi não foi descartado, mas é visto como um alvo difícil, por já ter recusado propostas de times europeus depois de anunciar a sua aposentadoria como treinador.
No mesmo final de semana, mais um argentino ganhou força e também foi sondado: Marcelo Bielsa era o outro nome forte cogitado pela diretoria tricolor. Desde que deixou a seleção chilena, Bielsa está sem clube, mas também vem sendo assediado pelo futebol europeu.

Fim de janela é sempre mais agitado. Como ela fecha na próxima terça-feira, as propostas começam agora a chegar nas mãos do presidente Juvenal Juvêncio. No entanto, por enquanto ninguém está perto de sair.

Após recusar proposta do Metalist, Dagoberto despertou o interesse de outro clube ucraniano: desta vez foi o Shaktar Donetski que sondou o São Paulo. A negociação que empolgou alguns no Morumbi, no entanto, esfriou nos últimos dois dias, e alguns passaram a acreditar que o Shaktar manifestou interesse no atacante apenas para atrapalhar as investidas do rival Metalist. Juvenal continua querendo negociar o jogador.

O presidente também recebeu em mãos proposta do Shalke 04 (ALE) por Marlos, e sua primeira reação foi encontrar maneiras para segurar o jogador. Além disso, problemas judiciais do meia com antigos empresários complicariam uma negociação neste momento.

Miranda, como sempre, foi alvo de assédio, agora por parte do futebol espanhol. No entanto, a diretoria não gostou nada da forma como as coisas foram conduzidas. A proposta foi feita por telefone, e esteve muito abaixo das expectativas: apenas 2,5 milhões de euros. Não empolgou ninguém.

Quanto ao treinador, Paulo Autuori começa a ganhar mais força. Parece uma escolha óbvia, mas só agora Juvenal começa a se convencer de que ele possa ser uma boa alternativa para um momento de pressão.

As reuniões no Morumbi sobre a contratação de um novo técnico andam numerosas e inclonclusivas.

Paulo Autuori, de fato, é o nome que reúne o maior número de adpetos, entre eles nomes de peso como Rogério Ceni e o diretor de futebol João Paulo de Jesus Lopes. O presidente Juvenal Juvêncio inclusive gosta muito de Autuori como pessoa, e até o ajudou com assuntos no exterior logo que saiu do país. No entanto, Juvenal ainda não está totalmente convencido de que ele seja o melhor nome para assumir a equipe em um momento tão turbulento. Além disso, o alto salário e o prestígio de Paulo Autuori no Catar intimidam o clube a fazer uma investida mais firme.

Antônio Lopes foi um nome sugerido pelos torcedores à diretoria do São Paulo na última segunda-feira, quando representantes de uma das organizadas estiveram no CT da Barra Funda. Juvenal até parou para cogitar (como tem feito com a maioria das sugestões que recebe), mas o delegado não goza do prestígio do presidente.

Vanderlei Luxemburgo é um nome que ainda conta com forte rejeição, mas este incrivelmente não é o fator que praticamente o tira da disputa. Além da alta multa rescisória, o São Paulo soube que o bom relacionamento de Luxemburgo com o presidente do Atlético-MG Alexandre Kalil atrapalharia qualquer negociação.

Abel Braga é caro, e Juvenal tem uma cisma com o treinador: há alguns anos, ouviu comentários sobre o relacionamento de Abel com jogadores que o deixaram ressabiado. Imagino que possa ser algo superável, mas sua vinda é vista com muita dificuldade.

Apesar de contar com adeptos no clube, nomes como Joel Santana e Maradona não são levados em conta.

Nenhum técnico até agora foi contactado de forma incisiva – até porque a diretoria acredita que, quando for de fato “pra cima” de algum deles, consegue fechar o negócio. A total indefinição preocupa porque Baresi encontra-se em uma situação insustentável diante de jogadores e comissão técnica. Nem o líder Rogério Ceni está feliz com o interino.

Cortando em miúdos: muita conversa e pouca decisão para um clube que quer um treinador novo pra ontem.

Quando Juvenal teima com alguma coisa… E ele teimou com Dagoberto. Apesar do atleta ter recusado a proposta de quatro milhões de dólares feita pelo Metalist, da Ucrânia, o presidente do São Paulo ainda tenta encontrar alternativas para viabilizar a saída do atleta.

Juvenal deu ouvidos a comentários vindos da Barra Funda de que o atleta vinha causando problemas no grupo. Nesta quarta-feira, reuniu-se com pessoas do clube para discutir as possibilidades financeiras de transferí-lo. O empresário Juan Figger tenta ajudar o mandatário na tarefa.

É importante ressaltar que não há mais nenhuma proposta por Dagoberto na mesa de Juvenal. Existe sim a esperança de que clubes estrangeiros utilizem os últimos dias de janela (que costumam ser movimentados) para preencherem as últimas lacunas e levarem o são paulino.

“Acabei a reuniao c Dago.. Torcedor o Dago quer ficar no SPFC e acredita q dara muitas alegrias ao torcedor!!Resumindo FICA no SPFC.!!!

Mais importante è q ele esta com muita vontade d ajudar o SPFC a buscar titulos.. Ele brigou muito p vir p SPFC e continuara se dedicando!!

A Proposta oficial chegou mas Dago optou pela permanencia Uma decisao dele q temos q respeitar Ele disse q SPFC È sua casa e permanece!!!”

Pronunciamento acima feito pelo empresário do jogador Marcos Malaquias, via twitter, confirmando a proposta divulgada pelo blog, e mantendo o jogador no clube. Apesar de já ter despertado irritação e impaciência em dirigentes e funcionários do clube, acredito que Dagoberto, desta vez, foi injustiçado. Mas a questão já não é mais esta: depois de quatro anos de São Paulo, ele pode reconquistar mais uma vez o torcedor (com o perdão da redundância)?

Sua trajetória no tricolor sempre foi tumultuada: chegou sob muita expectativa e forte investimento, demorou para se firmar, alternou titularidade e reserva (especialmente com a chegada de Washington no ano passado) e neste ano alcançou seus melhores números. Com 11 gols na temporada, as coisas pareciam caminhar para o jogador, até que todo o peso da eliminação da Libertadores caiu sobre suas más atuações contra o Inter.

Mais uma vez, Dagoberto terá trabalho.

Corinthians – Hoje estive no lançamento do calendário das festas para o centenário corintiano. Além do Ronaldo, do peso do Ronaldo, da volta do Ronaldo, da frustração com Ronaldo (…), outro assunto me chamou a atenção. Chicão é um ótimo zagueiro, mas Corinthians e o empresário do jogador realmente parecem não falar a mesma língua. O presidente Andrés Sanchez diz ter feito uma proposta de renovação de contrato, e esperar por um retorno. O repórter Marco Bello, da Transamérica, contava que entrou em contato com Bruno Paiva, representante do atleta, que por sua vez aguarda uma posição de Andrés.

Eu, hein.

A alta cúpula do São Paulo já dá como certa a contratação de Ilsinho, e tem até uma previsão de estréia para o lateral: a expectativa é de que ele seja autorizado a disputar um jogo oficial somente em setembro. Este é o tempo previsto para que a FIFA libere os autos do processo que ele move contra o Shaktar Donetski, da Ucrânia.

A Roma (ITA) demonstrou interesse em contratá-lo, mas Ilsinho precisaria de um passaporte italiano, já que não há mais espaço na equipe para estrangeiros.

Os detalhes entre Ilsinho e São Paulo já foram todos acertados, mas o jogador ainda não assinou nada com o clube do Morumbi.

Apesar da diretoria são paulina negar qualquer proposta oficial, um time da Ucrânia já se mostrou firme na tentativa de tirar Dagoberto do São Paulo. A oferta gira em torno de quatro milhões de euros, valor que agradou a cúpula são paulina.

O que pode emperrar a negociação são as muitas partes envolvidas: o clube teme que não haja tempo hábil para que o jogador e os empresários Malaquias entrem em um consenso com a diretoria do tricolor sobre a venda do atleta. Vale lembrar que a janela de transferências para a Europa fecha no final desta semana.

Desde o começo de agosto, o São Paulo procura propostas por Dagoberto e outros jogadores – o que não aconteceu em anos anteriores, quando o presidente Juvenal Juvêncio bancou a permanência de atletas como Hernanes e Miranda. Juan Figger, empresário bem quisto no clube, voltou nesta última semana ao Brasil e foi parte no processo de busca de times interessados nos são paulinos.

Miranda, cujo contrato vence no final do ano, não recebeu nenhuma proposta “mais firme”, e a diretoria não enxerga nele vontade de deixar o clube neste momento. Caso ele aguarde o final do contrato, pode lucrar mais em uma possível negociação, já que o São Paulo não seria mais detentor de parte dos seus direitos.